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Blog do Dr. Thiago Iria


Como anda a sua Auto-Imagem? Inicie o ano agradecendo.

Você já deve ter ouvido a célebre frase: Ano Novo, Vida Nova.

As promessas de início do ano nos dão um “gás” diferente, uma esperança de que tudo será melhor. Seremos triatletas (sem nem mesmo fazer uma única caminhada por dia), teremos mais foco, mais confiança, mais tudo.

Acontece que tem uma face sua, interna, que será fundamental para dizer se isso tudo vai funcionar mesmo ou serão apenas planos. É a sua auto-imagem.

O que é Auto-Imagem?

A auto-imagem é vista pela psicologia como a chave da personalidade e da conduta humana. Ela determina as fronteiras da capacidade individual, definindo o que se deve e o que não se deve fazer.

Quando a pessoa desenvolve uma auto-imagem adequada e realista, ela adquire novas capacidades e talentos, transformando aquilo que antes eram erros e falhas em acertos.

O que acontece é que essa construção parte muito mais das nossas vivências do que do conhecimento intelectualizado. Se as vivências até o momento foram recheadas de fracassos, chacotas e erros, tendemos a construir uma auto-imagem pessimista.

O ponto da virada é quando entendemos que da mesma forma que desenvolvemos nossa auto-imagem através de experiências vividas no passado, podemos também mudá-la por vivências atuais.

Assim como podemos alterar nossa face física através de cirurgias plásticas, também podemos mudar nossa face mental através de outra percepção de quem somos, nossas capacidades, nossos pontos fortes.

Cirurgia Plástica e Auto-Imagem

Com relação a personalidade, as incisões feitas através de uma cirurgia plástica não ficam apenas na superfície da pele, elas vão até o fundo da psiquê do indivíduo.

Quando aquilo que nos incomoda fisicamente é alterado, corrigido, muitas vezes nos transformamos como um todo, ganhando a autoconfiança que antes não existia.

Mas existem pessoas que, mesmo após a correção de todos os pequenos defeitos que enxergavam, ainda continuam se sentindo “diferente”, com os mesmo complexos de inferioridade.

Foi através de vários estudos com esses indivíduos que a psicologia chegou a conclusão de que a mera reconstrução da imagem física não é a chave real para a mudança de uma personalidade.  É essa face interna, não-física, que fará o indivíduo ter uma conduta positiva ou negativa frente a vida.

A Gratidão

É importante saber que nosso sistema nervoso não estabelece diferença entre experiências reais e imaginadas. Isso explica porque as pessoas que reclamam não melhoram nunca.

Quando preenchemos nosso mundo de suposições, muitas vezes acabamos acreditando que essas coisas são reais. Então, porque não encher a vida de coisas boas? Acordar agradecendo o dia, agradecer pelo que temos, pelo corpo, pela vida, pelas oportunidades. Agradecer nos imaginando exatamente como desejamos, saudáveis, felizes. Aos poucos vamos acreditando nesta realidade e nosso mundo interno começa a se transformar. E pasme, você não estará contando mentiras sobre si. Estará apenas se olhando por um outro ponto de vista.

Lembra da história do copo meio cheio ou meio vazio? Olhar pelo meio cheio pode transformar sua auto-imagem.

Então te convido: vamos começar o ano agradecendo?

 

Conteúdo baseado no artigo do Psicoterapeuta Osmar Francisco dos Santos

 

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QUAL É A MELHOR ANESTESIA? QUAL A MAIS PERIGOSA? COMO É REALIZADA?

As perguntas que intitulam este post, sempre estão presentes na cabeça de qualquer paciente que deseja se submeter a uma cirurgia plástica. Apesar da opinião do cirurgião, a decisão final do tipo de anestesia a ser utilizada deverá ser feita pelo médico anestesista, ou anestesiologista.

Tecnicamente o anestesista administra os medicamentos anestésicos para que haja uma cirurgia com segurança. Além disso, ele monitora, controla e acompanha o quadro fisiológico do paciente – freqüência e ritmo cardíacos, pressão arterial, respiração etc.

A decisão sobre qual o tipo de anestesia será utilizada na cirurgia plástica, é feita pelo cirurgião plástico e pelo anestesista, com base em todas as informações sobre a saúde e hábitos do paciente. Desde os exames realizados no pré-operatório, o histórico médico, o uso de medicamentos, alergias, reações adversas a anestesias, entre outros fatores.

As anestesias mais utilizadas em cirurgia plástica são a LOCAL, SEDAÇÃO, GERAL e PERIDURAL. Em alguns procedimentos a anestesia local é comumente utilizada.

TIPOS DE ANESTESIA

ANESTESIA LOCAL

É a anestesia que é aplicada apenas no local onde a intervenção cirúrgica será realizada. Trata-se de um bloqueio reversível da transmissão do impulso nervoso na região, que anula a possibilidade de dor.

Reservada normalmente para procedimentos menores, tais como a rinoplastia, otoplastia (correção de orelha em abano), blefaroplastia (correção das pálpebras) e lifting facial (ritidoplastia).

ANESTESIA LOCAL

A anestesia local é direta, através da infiltração do anestésico no local desejado. O tempo de duração depende do tipo do anestésico (xilocaína com duração menor que bupivacaína), da concentração do anestésico (maior a concentração, maior a duração) e da presença de substâncias que retardem sua absorção (adrenalina diluída).

Obviamente é um meio anestésico inicialmente um pouco mais doloroso, já que requer a infiltração por punção percutânea em vários pontos. Isso é minimizado pelo cirurgião ao realizarmos infiltrações progressivas, sempre a partir da área anteriormente anestesiada.

As dosagens para cirurgia de nariz, pálpebras, face e/ou orelha são normalmente baixas e diluídas, portanto seguras.

Pacientes que têm baixa tolerância a dor das punções, ou mesmo pavor de agulha, podem realizar o procedimento associado à sedação endovenosa, que permite tranquilidade na execução, com o paciente dormindo. Nesses casos, sempre com monitorização e presença do médico anestesista.

A anestesia local pode transforma-se em regional quando um determinado nervo é bloqueado, permitindo que áreas um pouco maiores fiquem sem sensibilidade dolorosa. Isso é muito utilizado na face, com bloqueio de ramos nervosos específicos e nos membros superiores/inferiores.

 

SEDAÇÃO

Geralmente, é associada a algum outro tipo de anestesia, e provoca a diminuição da ansiedade e a perda da consciência. Sua aplicação é baseada em ansiolíticos, analgésicos e hipnóticos.

SEDAÇÃO

Com o uso da anestesia local com sedação a pessoa ainda fica consciente, mas é menos do que o normal. Ela só perde a consciência com anestesia geral. Há um grande relaxamento para que tudo possa ser feito com calma e o paciente não atrapalhe a sua realização.

Pode ser dividida em três níveis de intensidade:
• Nível de sedação mínima – O paciente responde à comandos verbais, mas tem a coordenação motora e as atividades cognitivas afetadas.
• Nível de sedação moderada ou consciente – O paciente tem a consciência reduzida, mas responde a comandos verbais quando recebe contato tátil.
• Nível de sedação profunda – O paciente não pode ser facilmente despertado, tendo efeito semelhante à anestesia geral. Pode ser necessário o auxílio do anestesiologista para manter a função respiratória.

Utilizando a sedação, diminuímos a dor e a ansiedade do paciente, o que é comum ocorrer devido ao procedimento e à espera de bons resultados.

 

ANESTESIA GERAL

A anestesia geral é realizada por via endovenosa (pela veia) e respiratória, promove anestesia do corpo todo e a necessidade de intubação e assistência ventilatória (mecânica). Essa forma de anestesia, apesar de ter fama de perigosa é considerada pelos anestesistas como das mais seguras. Isso porque o paciente respira com auxilio de uma máquina, ou seja, sua via aérea e oxigenação estão assegurados por um tubo orotraqueal e um ventilador que fazem as troca gasosas.

CIRURGIA GERAL

 

Nessa anestesia o paciente encontra-se completamente desacordado em virtude das drogas injetadas e a anestesia é administrada normalmente por troca gasosa (via tubo orotraqueal), por anestésicos venosos ou por um misto dessas duas formas.

Essa forma de anestesia, apesar de segura, também trás alguns problemas tais como aumento de sangramento, maior incidência de enjôo no pós-operatório, maior dor no pós-operatório, posibilidade de incômodo transitório na garganta depois da cirurgia (devido ao uso do tubo orotraqueal) e necessidade de extremo cuidado no manejo de pacientes em cirurgias que precisam trocar a posição, tais como a lipospiração, já que o paciente não tem reflexos e a região cervical fica desprotegida. Além disso, o custo dessa anestesia é maior devido ao valor do anestésico utilizado.

Alguns cuidados devem ser tomados pelo paciente antes da aplicação de uma anestesia geral, tais como: jejum de 8 horas e suspensão de medicações que interfiram no efeito da anestesia. Esses cuidados são essenciais para que não hajam sangramentos intensos durante a cirurgia ou aspiração pulmonar, por exemplo.

Eventuais complicações ainda podem acontecer durante o procedimento de entubação orotraqueal, minimizados pelo exame prévio da via aérea pelo anestesista, identificação de eventuais potencias alérgicos e adequada oxigenação prévia, rotineiramente feita pelo médico anestesista.

Qualquer cirurgia plástica pode ser executada através de anestesia geral, o custo-benefício entre as formas de anestesia devem ser pesados previamente com seu cirurgião.

 

ANESTESIA PERIDURAL

A anestesia peridural ou epidural é um tipo de anestesia que é dada no espaço epidural, que se situa na região lombar da coluna vertebral, entre as vértebras, e que afeta apenas uma parte do corpo, geralmente da cintura para baixo, mantendo a pessoa acordada.

Geralmente, é acompanhada de sedação para que o paciente permaneça dormindo durante todo o procedimento. Em procedimentos de cirurgia plástica, ela é muito utilizada para cirurgias como mamoplastia, inclusão de prótese, lipoescultura, abdominoplastia, dentre outras, ou seja, pode anestesiar adequadamente tronco e membros inferiores. O que leva a paciente a ficar sonolenta é a sedação aplicada na veia, não a anestesia peridural propriamente dita.

ANESTESIA PERIDURAL

O que a difere é a profundidade em que a agulha injeta os anestésicos, o que influenciam na duração e rapidez de ação dos anestésicos.

ANESTESIA PERIDURAL

NÃO DÓI, porque o anestesiologista aplica um anestésico local antes de dar a picada. No entanto, é possível sentir uma ligeira e suave picada quando a agulha é colocada e depois uma pressão e sensação de calor quando o remédio anestésico é colocado.
ANESTESIA PERIDURAL
O risco de complicações é baixo quando tecnicamente bem executada, com paciente monitorizado e quando não há excessos na dose dos sedativos. Caso o médico anestesista opte por utilizar a morfina na peridural o tempo sem dor no pós operatório é maior, no entanto, a chance de você ter enjôo e vômitos é grande, por isso muitos cirurgiões plásticos evitam seu uso associado.
ANESTESIA PERIDURAL
Justamente por não haver contato com a medula a chance do paciente ter complicações como paralisia de membros é baixíssima, mas não nula, já que pode acontecer aplicação do anestésico no espaço justamedular (tal como na raquianestesia), eventuais sangramentos, reações químicas ou mesmo alérgicas, dentre outros.

 

DÚVIDAS E MEDOS COMUNS

É comum ter reações alérgicas após a anestesia?
– As reações alérgicas a agentes anestésicos propriamente ditos são pouco comuns e a maioria delas são de mínima gravidade, envolvendo outras substâncias como antibióticos contrastes ou analgésicos. Reações anafiláticas são raríssimas.

Há risco de eu não acordar após a cirurgia?
– A anestesia é um procedimento extremamente seguro. Na sala de cirurgia, o médico anestesista usa vários monitores que informam continuadamente como o corpo do paciente esta reagindo.

Eu posso acordar antes do término da cirurgia?
– A moderna anestesia existe para proporcionar conforto e segurança aos pacientes. O tempo necessário para acordar dependera de uma série de fatores relacionados ao organismo do paciente, bem como ao tipo de cirurgia. E ele pode ser mantido inconsciente até ser levado a unidade de terapia intensiva (UTI) e até ser acordado somente após a realização de exames, ou mesmo depois que o organismo começou a apresentar sinais adequados de recuperação clínica.

Ha riscos de paralisia após tomar a anestesia raquidiana ou peridural?
– As técnicas evoluíram bastante nos últimos anos e, por isso, o risco em torno desses tipos de anestesia é considerado mínimo.

 

 

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COMO DEVE SER A ALIMENTAÇÃO NO PÓS-OPERATÓRIO?

O sucesso de um procedimento cirúrgico, não depende exclusivamente do médico. Os cuidados no pré e pós-operatório são fundamentais para que tudo aconteça da melhor forma possível. No pós-operatório, além do repouso nos primeiros dias, a alimentação merece uma atenção especial para que forneça os nutrientes necessários ao corpo, colaborando para que ele se restabeleça.

Uma regra geral para a maior parte dos procedimentos de cirurgia plástica é o corpo permanecer inchado e dolorido por algum tempo, neste caso o ideal é manter uma dieta balanceada e rica em potássio, isso ajuda a diminuir o inchaço, além é claro da drenagem linfática e do uso de malhas de compressão.

ALIMENTOS QUE AJUDAM NO PÓS-OPERATÓRIO

Os alimentos cicatrizantes, como leite, iogurte, laranja e abacaxi, são importantes na recuperação após uma cirurgia porque facilitam a formação do tecido que fecha as feridas e ajudam a diminuir a marca da cicatriz.

Alimentos cicatrizantes

Frutas cicatrizantes

 

Para melhorar a cicatrização também é importante manter o corpo bem hidratado porque assim a pele fica mais elástica e a cicatriz fica melhor, uma boa solução podem ser os alimentos ricos em água como laranja, melancia e os caldos.

O período em repouso pode deixar o intestino preguiçoso, por isso é importante consumir alimentos ricos em fibras. Iogurtes, ovos, abacate, cenoura, beterraba, abóbora, cenoura, damasco, manga, espinafre, couve, tomate, uva, goiaba, castanha-do-pará, salmão e atum são outros alimentos benéficos para este período.

Cada alimento possui uma função importante. O iogurte ajuda no equilíbrio da flora intestinal. O ovo fornece proteínas e é de fácil digestão. O abacate acaba com o mau colesterol, regula o intestino, além de ser fonte de vitaminas. O suco de limão, retém a hemoglobina, evitando a anemia.

Confira na tabela exemplos de alimentos que contribuem para uma melhor cicatrização da pele e que devem ser consumidos no pós-operatório:

clique na tabela para ampliar

ALIMENTOS QUE DEVEM SER EVITADOS NO PÓS-OPERATÓRIO

Alguns alimentos ricos em gorduras saturadas ou trans (salgadinhos, batata frita, margarinas, pipoca de micro-ondas, bolos e tortas industrializadas, bolachas recheadas), cafeína, carne vermelha, bebidas alcoólicas e sal em excesso, podem prejudicar a cicatrização porque o açúcar e a gordura dificultam a circulação do sangue, que é essencial para que os nutrientes cheguem à ferida para cicatrizar o tecido lesionado.

Os alimentos fermentativos (feijão, lentilha, grão-de-bico e repolho) também não devem ser consumidos por um período.

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QUANTO CUSTA UMA CIRURGIA PLÁSTICA?

Uma das primeiras perguntas que vem a mente das pessoas quando decidem realizar uma cirurgia plástica é quanto irá custar.

cofrinho

É uma dúvida que me questionam frequentemente pela internet e é natural que assim seja, uma vez que cirurgias plásticas estéticas não são cobertas pelos planos de saúde, devendo o “candidato” ou “candidata” a uma cirurgia se programar para poder arcar com os custos.

Normalmente a resposta é sempre a mesma, valores só serão passados após a consulta, infelizmente não há como responder com exatidão quanto custa determinada cirurgia. O custo de qualquer cirurgia plástica é composto pelos gastos com os honorários da equipe cirúrgica, o valor da internação hospitalar e, em cirurgias de aumento das mamas, peitoral, glúteos ou panturrilhas, o preço das próteses de silicone. Além destes fatores que compõe o custo total de uma cirurgia plástica, cada caso tem sua particularidade, um organismo ou procedimento escolhido, pode necessitar de cuidados extras que no caso de uma outra pessoa, não seria necessário.

Também existe a possibilidade de ser realizada uma cirurgia combinada, mais de um procedimento ser realizado, o que acaba barateando por ter necessitado de somente um pagamento para a equipe médica, centro cirúrgico, entre outros custos.

 

HONORÁRIOS DA EQUIPE CIRÚRGICA

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Cada cirurgião plástico é livre para estipular os honorários que considerar justos. A equipe cirúrgica é composta pelo cirurgião plástico principal, pelo anestesista e pela instrumentadora. Em cirurgias mais complexas ou mais longas às vezes se faz necessária a presença de um segundo cirurgião plástico auxiliar. Em pequenas cirurgias, onde a realização com apenas anestesia local é possível, a presença de uma anestesista pode não ser necessária.

Diversos fatores influenciam o valor cobrado pelos honorários da equipe cirúrgica. A notoriedade do cirurgião plástico escolhido e o grau de dificuldade da cirurgia tendem a aumentar os valores cobrados. Da mesma forma, cidades com maior renda per capita geralmente apresentam honorários médicos mais elevados.

 

INTERNAÇÃO HOSPITALAR

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O valor da internação varia conforme o hospital ou clínica escolhido. Obviamente hospitais e clínicas de renome, localizados em pontos nobres da cidade, apresentam valores mais altos para a internação. Novamente, fatores como renda per capita e número de hospitais na cidade influenciam o valor cobrado pela internação hospitalar.

O importante ao escolher o local onde será realizada a cirurgia é certificasse que o mesmo possui toda a infraestrutura necessária para a realização de uma cirurgia com segurança e excelência, e que apresenta condições plenas de socorro caso haja alguma intercorrência inesperada.

Obviamente o preço total de uma cirurgia plástica é muito importante, afinal em muitos casos ele definirá se a paciente terá condições financeiras ou não de realizar a sonhada cirurgia. Entretanto, a escolha de um cirurgião plástico não deve ser um leilão inverso.

A busca incessante pela diminuição de custos pode levar ao negligenciamento da segurança e da qualidade, através da realização de cirurgias em hospitais sem a mínima estrutura, da escolha de próteses de qualidade duvidosa ou da realização de cirurgias no consultório médico.

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Quando o assunto é preço, não existe mágica. No mundo real, qualidade tem preço. Tenham sempre em mente que qualquer cirurgia plástica envolve riscos, por menores que sejam. Sendo assim devemos nos cercar de todos os cuidados. Ao optar por um cirurgião plástico valorize suas qualidades ao invés de importar-se apenas com o preço da cirurgia. Muitas vezes o barato pode sair caro.

Na Clínica de Cirurgia Plástica do Dr. Thiago Iria, possibilitamos o parcelamento prévio dos procedimentos, uma maneira simples de ajudar nossos pacientes a planejarem adequadamento a realização da cirurgia pretendida. Clique aqui e confira um post exclusivo explicando como funciona o parcelamento.

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É POSSÍVEL PARCELAR UMA CIRURGIA?

“Dr. como e em quantas vezes posso parcelar minha cirurgia?”

Esta é uma pergunta importantíssima e pode ser decisiva na busca da realização de um sonho. Cada profissional escolhe uma forma mais adequada de facilitar o pagamento dos custos de seu procedimento aos seus pacientes. Na clínica do Dr. Thiago Iria, optamos pelo parcelamento prévio da cirurgia, ou seja, o paciente paga mensalmente até que tenha quitado os valores, então realizamos o procedimento normalmente com tudo pago. Neste modelo não cobramos juros, conseguimos manter os valores reais e o paciente pode se planejar adequadamente para a tão esperada data.

Desta forma o número de parcelas será relativo à data pretendida para a cirurgia. Confiram um exemplo ilustrativo de como funciona:

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Os custos de um procedimento podem variar de acordo com cada diagnóstico, além das escolhas que o profissional faz para garantir uma maior segurança ao paciente, estas escolhas estão desde os equipamentos e sala de cirurgia, até as marcas das próteses (em procedimentos que precisam de próteses), e nos profissionais auxiliares como anestesista e enfermeiros(as).

Os valores de cada procedimento não podem ser tabelados previamente e divulgados em qualquer tipo de mídia, por determinação expressa em resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) e ainda pelo regimento interno da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), fica proibida a divulgação de preços de cirurgias plásticas e procedimentos estéticos em sites na internet.

“Art  3º: Cabe ao médico, após os procedimentos de diagnóstico e indicação terapêutica, estabelecer o valor e modo de cobrança de seus honorários, observando o contido no Código de Ética Médica, referente à remuneração profissional.” (Resolução CFM 1836/2008).

Para que um valor seja informado sobre um procedimento desejado, o primeiro passo é agendar uma avaliação presencial. Assim, o Dr. Thiago Iria poderá analisar e indicar o procedimento adequado para a insatisfação mencionada. Havendo indicação para a cirurgia, os custos e formas de pagamento serão explicados devidamente.

Para agendar uma consulta, basta entrar em contato por telefone: (44) 3624 0770 ou pelo site www.drthiagoiria.com.br link “agende sua consulta”.

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Cirurgias Plásticas Combinadas, qual o limite?

“Dr. Quero fazer lipo + mama + abdômen e a cirurgia dos braços. É possível?”

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Este tipo de pergunta é comum em uma consulta, mas existe um limite? Quantos procedimentos podem ser realizados em uma única cirurgia de forma segura? Esta pergunta aparentemente simples, na verdade é bem complicada. Quando avaliamos o risco cirúrgico, levamos em consideração diversas variáveis, como: risco do pacientes, tempo operatório, sangramento estimado, áreas operadas, logística de pós-operatório.

Quanto ao risco do paciente, avaliamos idade, histórico de doenças familiares, doenças prévias, exames. Um paciente jovem com certeza suportará maior tempo de cirurgia e sangramento. Também terá menos patologias como hipertensão, problemas da tireóide, risco cardiológico.

O tempo operatório é um fator que poderá interferir ou não na quantidade de sangramento, mas nem sempre isso é verdade. Às vezes o tempo operatório é maior para evitar sangramento, como por exemplo uma lipoaspiração feita o tempo todo com cânula fina. Ela tira a gordura mais lentamente, mas machuca menos os tecidos, com sangramento consequentemente menor. Porém, o risco de trombose é maior em cirurgias mais longas.

O sangramento estimado também depende do tipo de cirurgia. Uma cirurgia de lifting facial, às vezes pode demorar 6 horas, mas sangra muito pouco. Uma lipoaspiração ou abdominoplastia pode sangrar mais em metade do tempo.

As áreas a serem operadas são fundamentais para a avaliação da associação das cirurgias. Por exemplo, como associar uma cirurgia de prótese de mama e prótese de glúteo, quando ao operar uma delas o paciente estará deitado sobre a outra recém operada? E como faria para dormir, qual seria a posição?

A logística pós-operatória é igualmente importante. Uma paciente que tiver um mês ou mais para recuperar, tendo auxilio de mais pessoas para tomar banho, se vestir, etc com certeza poderá realizar mais cirurgias que outras que não terão o mesmo tempo e estrutura no pós-operatório.

De nada adianta fazer muitas cirurgias para “aproveitar a anestesia e a mesma recuperação”, caso tenha complicações e o resultado seja comprometido por abertura de pontos, infecção ou cicatrizes ruins.

Sendo assim, as cirurgias mais fáceis de serem associadas, são aquelas em que se enquadram na mesma área cirúrgica ou nas quais o pós-operatório pode ser realizado na mesma posição, como por exemplo: lipoaspiração e abdominoplastia, mamoplastia e abdominoplastia, lifting facial e cirurgia das pálpebras ou nariz, prótese de mama de lipoaspiração.

Mais cirurgias podem ser associadas, quando todas as premissas forem respeitadas. Vale sempre lembrar que a cirurgia plástica não é uma cirurgia de urgência e por isso, deve ser bem programada, para ter o melhor resultado possível e com a máxima segurança.

Muitas vezes é melhor dividir as cirurgias requeridas em dois tempos cirúrgicos.

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Você sabe o que é bichectomia?

Depois da lipoaspiração e da prótese de silicone, um novo objeto de desejo de mulheres jovens entre 20 e 30 anos tem sido a cirurgia plástica que elimina as bochechas.

Ainda pouco conhecida no Brasil, a bichectomia envolve a retirada da chamada bola de bichat, um acúmulo de gordura na região das bochechas que, quando aumentado, dá um aspecto arredondado na face. Nos EUA, a cirurgia é feita há 40 anos. Algumas celebridades, inclusive, já passaram pelo procedimento como Angelina Jolie e Megan Fox. Famosas pelas maçãs destacadas, elas optaram por um perfil fino e magro por meio da cirurgia.

Angelina Jolie (Bichectomia)

Megan Fox (Bichectomia)

O procedimento envolve dois cortes dentro da boca, de 1 a 3 cm cada um, por onde a gordura é tracionada. Pode ser feito com anestesia local e sedação ou anestesia geral. Dura cerca de 40 minutos e a recuperação, é semelhante à extração de um dente do siso. Ela pode ser feita em hospital ou em clínica.

imagem de folha.uol.com.br

imagem de folha.uol.com.br

Muitas mulheres se incomodam com a bochecha. Acham que as deixa gordas e que, por mais que emagreçam, o rosto continua gordinho, com aspecto infantil. A bichectomia deixa o rosto mais fino e cria a sensação visual de que a pessoa está mais magra.

A bola de gordura, que fica entre dois músculos da face, serve para facilitar a contração destes músculos. Esta, possui a mesma origem genética da bolsa de gordura embaixo dos olhos, o cirurgião só retira o que está em excesso.

RISCOS

Embora pareça simples, a bichectomia envolve riscos. Um deles é o corte acidental de nervos, que pode provocar paralisia facial. Outro é lesionar o ducto parotídeo, o canal que transporta a saliva.

Alertamos que o procedimento bichectomia tem um risco alto. A bola de bichat fica em meio a estruturas muito nobres, como a parótida e nervos faciais que, uma vez lesados, causa paralisia parecida com sequelas do derrame, a cirurgia só é justificada quando a bola é hipertrofiada, deixando um volume muito exagerado.

É importantíssimo que o cirurgião plástico consultado, seja um membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

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Sabe como funciona a cirurgia plástica íntima?

A cirurgia para redução dos pequenos lábios vaginais, conhecida como ninfoplastia, é indicada para pacientes que apresentam hipertrofia dos pequenos lábios, ou seja, aumento do tamanho destes. Ao contrário do que muitas mulheres pensam, é comum pacientes que apresentam os pequenos lábios vaginais aumentados de tamanho, levando a um constrangimento com seus parceiros sexuais.

Ilustração demonstrativa do procedimento ninfoplastia.

Ilustração demonstrativa do procedimento ninfoplastia.

A cirurgia visa a redução dos pequenos lábios, tornando-os de tamanho normal, porém sem reduzi-los de forma exagerada. Os pequenos lábios vaginais tem a importante função de proteger a entrada da vagina, dificultando o surgimentos de infecções bacterianas, além de também ajudar na lubrificação local. A redução exagerada desta estrutura poderá acarretar ressecamento, principalmente depois da menopausa, época em que a lubrificação vaginal fica menos eficaz.

Respondemos 8 perguntas comuns sobre o procedimento de cirurgia plástica íntima: 

01 – A cirurgia plástica íntima é um procedimento puramente estético?

A cirurgia íntima nem sempre é realizada apenas por questões estéticas. Mulheres com pequenos lábios muito avantajados, por exemplo, podem sentir desconforto durante a prática sexual. Entretanto, mesmo quando ela é realizada apenas por questões estéticas, há grande melhora na qualidade de vida da paciente, o que justifica a intervenção.

02: Quanto tempo, em média, dura o procedimento?

Os procedimentos costumam durar entre 40 minutos e 1h30, tudo depende da quantidade de pele que o profissional terá de retirar ou ressecar. A paciente ainda recebe alta do hospital um ou dois dias após a intervenção.

03 – Em quanto tempo após a cirurgia a paciente pode realizar as atividades de rotina? 

Após receber alta, a paciente pode retomar todas as atividades rotineiras desde que, claro, elas não exijam grande esforço físico. Recomendamos evitar carregar peso e praticar exercícios, por exemplo. Outra recomendação importante é usar roupas largas e de algodão para não pressionar ou abafar a área operada.

04 – Depois de realizar a cirurgia íntima, é possível usar o banheiro normalmente? 

A paciente consegue usar o banheiro normalmente após a cirurgia íntima, mas deve tomar cuidados extras com a higienização. Em casa, o uso do banheiro deve ser seguido por uma lavagem com jato de ducha não muito forte. Na rua, tenha sempre lenços umedecidos à disposição.

05 – Quanto tempo após a cirurgia é possível ter relações sexuais?

A vida sexual pode voltar ao normal após um intervalo de 14 a 30 dias da cirurgia. Entretanto, é comum que as mulheres fiquem receosas nas primeiras vezes e com medos de trauma. Aos poucos ela recupera a confiança.

06 – A paciente corre o risco de perder a sensibilidade na região íntima?

Se realizada com um profissional qualificado, não há risco de perder a sensibilidade da região íntima. Entretanto, vale lembrar que, como qualquer procedimento cirúrgico, há risco de complicações, como infecções, mas a incidência é relativamente rara, por volta de 1,3%.

07 – A cirurgia plástica íntima pode afetar a fertilidade?

Por ser uma cirurgia que só mexe na parte íntima externa e não com órgãos sexuais, a cirurgia íntima não tem qualquer relação com a fertilidade da mulher.

08 – Pacientes com infecção ou corrimento podem se submeter à cirurgia?

Pacientes com infecção ativa no local ou corrimento devem fazer tratamento antes de se submeter à cirurgia. Também há uma recomendação especial para fumantes: abstinência por dois ou três meses antes da cirurgia. Por fim, mulheres com hipertensão, diabetes ou asma devem ser avaliadas sobre o risco da cirurgia.

 

Caso tenha alguma dúvida que não foi respondida neste post, mande um email para: contato@drthiagoiria.com.br que ela será respondida, caso seja alguma dúvida específica sobre o seu corpo, dependendo só poderá ser respondida após uma consulta. 

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TATUAGEM 3D AJUDA A RECONSTRUIR MAMAS DE MULHERES QUE TIVERAM CÂNCER

Mulheres cujas mamas foram reconstruídas após o câncer têm agora uma nova aliada no resgate da autoestima: a tatuagem tridimensional da aréola e do mamilo que, de tão real, chega a enganar os mais desavisados.

Crédito da foto: Reprodução/Plastic and Reconstructive Surgery

Crédito da foto: Reprodução/Plastic and Reconstructive Surgery

A técnica consiste em fazer um retrato da aréola, com uma mistura de cores para que o desenho fique de acordo com o tom da pele. Um jogo de luz e sombra cria a ilusão da existência dos mamilos e dos tubérculos de Montgomery (pequenos carocinhos ao redor da aréola).

O uso de tatuagens não é exatamente novo para completar a reconstrução. Antes os próprios cirurgiões faziam o trabalho, usando uma cor mais clara para a auréola e outra mais escura para o mamilo. No entanto, com a evolução da tatuagem, foram desenvolvidas técnicas capazes de recriar com incrível realismo, inclusive com a projeção do mamilo e as glândulas de Montgomery da auréola.

Refazer a aréola e o mamilo é a última etapa na longa trajetória das mulheres que enfrentam o câncer de mama. Após a reconstrução das mamas, normalmente feita a partir de músculos e gordura do abdome, os novos peitos ficam sem aréola e mamilo.

Espera-se em média um ano até o fim do tratamento contra o câncer, que pode envolver químio, radioterapia e eventual cirurgia plástica para corrigir a simetria das mamas enxertadas.

Ao fim desse processo, a mulher pode optar por reconstruir o mamilo (com a própria pele do peito) e colori-lo juntamente com a aréola ou só tatuá-lo em 3D. “Há mulheres que preferem não reconstruir o mamilo. As mais jovens acham que ele marca as roupas, as mais idosas querem evitar mais cirurgia.”

Outro fato é que a técnica pode ser usada para outras áreas do corpo também, como nos lábios e sobrancelhas depois de uma reconstrução facial.

 

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3 MOTIVOS PARA O CIRURGIÃO PLÁSTICO NÃO RECOMENDAR UMA CIRURGIA

Você pega a lista de prioridades e começa a conferir:

• Lista de possíveis cirurgiões certificados pela SBCP?  (OK)
• Pesquisar sobre cirurgia plástica para tirar dúvidas e estar bem informado? (OK)
• Buscar instalações credenciadas para fazer a cirurgia? (OK)

Depois de completar a lista é hora de dar o próximo passo e marcar consultas com os cirurgiões selecionados. Mas antes de escolher um e realizar a cirurgia é importante saber que cirurgiões responsáveis também têm uma lista de requisitos a serem preenchidos pelos pacientes. Além da condição física e de saúde, também é preciso avaliar aspectos psicológicos de candidatos a cirurgias plásticas.


Veja abaixo 3 fatores que podem levar o cirurgião a recusar, gentilmente, a cirurgia plástica e entenda como isso pode ser importante para você.


O motivo é o correto?

O paciente deve ter uma expectativa realista a respeito dos resultados da cirurgia plástica. Lembre-se: a cirurgia plástica deve ser feita para você mesmo e não por um motivo exterior, como uma relação amorosa ou para conseguir algo, como uma promoção no trabalho!

“Uma mulher de 40 anos entra no consultório para fazer um lifting facial porque seu marido tem um caso com uma mulher mais jovem. Eu poderia fazer a cirurgia, mas há o risco dela não atingir suas expectativas e não ficar satisfeita com o procedimento porque ele não deu o que ela desejava, que era o seu marido de volta”, exemplifica um cirurgião consultado pelo site Real Self.


Isso é uma fixação?

Quanto tempo o paciente pensa sobre o assunto? Já deixou de sair para se esconder? Já faz outras cirurgias plásticas para “corrigir problemas”?

Estas perguntas são importantes e em caso de respostas afirmativas podem indicar uma obsessão em “corrigir falhas”, uma situação que pode levar a uma busca incessante por expectativas que nunca serão atingidas e provocar um sentimento de angústia constante sobre sua auto-imagem. Neste caso um acompanhamento psicológico pode ser indicado.

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O paciente tem clareza do que deseja?

O paciente deve refletir bastante para saber o que espera da cirurgia plástica. Chegar a uma consulta com desejos vagos, sem entender bem os resultados desejados, ou com muita certeza de que irá atingir objetivos muito específicos, como ficar com o nariz igual ao de uma celebridade, são sinais de alerta para o cirurgião.

“Eu já recebi mais de uma vez pacientes que chegam com uma referência de nariz que nunca poderão conseguir. A principal fonte de insatisfação em rinoplastias se deve a expectativas irreais”, explica outro cirurgião consultado pelo Real Self.


Fonte: Real Self. Leia a matéria completa aqui (em inglês).
(via www.cirurgiaplastica.org.br texto de Diego Cordeiro)

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