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Blog do Dr. Thiago Iria

Dermolipectomia Dorsal (ou Torsoplastia)

A Dermolipectomia Dorsal, ou Torsoplastia, consiste na retirada de pele na região dorsal (das costas).

A indicação deste procedimento é para pacientes que perderam muito peso e com grande quantidade de dobras circunferências (anterior, posterior e laterais). O procedimento é realizado junto com a abdominoplastia. Pacientes que perderam muito peso e realizam a abdominoplastia, geralmente apresentam pele sobrando na região dorsal (costas), a qual só será retirada pela torsoplastia.

A cirurgia consiste no prolongamento da incisão da abdominoplastia, que irá até as costas, desta forma retirando gordura deste local onde a cicatriz permanecerá escondida na roupa íntima ou biquíni, conforme demostrado na ilustração abaixo:

dermolipectomia_dorsal

A anestesia poderá ser peridural (com sedação) ou anestesia geral.

Orientamos no pós-operatório, que se utilize malha compressiva e meia antitrombótica por pelo menos 30 dias, evitar agachar por três dias e evitar executar atividades físicas intensas nos primeiros meses, assim como correr é importante evitar correr e subir escadas por pelo menos 60 dias.

Sempre é de extrema importância seguir todas as orientações médicas, usar o anticoagulante por pelo menos uma semana depois da cirurgia, etc.

Dentre as complicações possíveis da abdominoplastia, podem ser citados: hematoma, seroma, infecção, necrose (sofrimento da pele), deiscência (abertura da sutura), quelóide, trombose, embolia, problemas anéstesicos. Por serem as complicações mais freqüentes em paciente fumantes, estes devem se abster do cigarro por um mês antes da cirurgia, para minimizar os riscos. No caso de uso de anticoncepcional oral, deve-se suspender o uso 1 mês antes da cirurgia, período no qual outro método anticoncepcional deve ser adotado.

O resultado definitivo da torsoplastia é atingido após 6 meses da cirurgia, período necessário para a acomodação dos tecidos e amadurecimento da cicatriz.

Caso tenha dúvidas específicas, nos escreva para: contato@drthiagoiria.com.br, ou agente uma consulta pelo site: www.drthiagoiria.com.br para que possamos realizar um diagnóstico mais preciso.

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COMO DEVE SER A ALIMENTAÇÃO NO PÓS-OPERATÓRIO?

O sucesso de um procedimento cirúrgico, não depende exclusivamente do médico. Os cuidados no pré e pós-operatório são fundamentais para que tudo aconteça da melhor forma possível. No pós-operatório, além do repouso nos primeiros dias, a alimentação merece uma atenção especial para que forneça os nutrientes necessários ao corpo, colaborando para que ele se restabeleça.

Uma regra geral para a maior parte dos procedimentos de cirurgia plástica é o corpo permanecer inchado e dolorido por algum tempo, neste caso o ideal é manter uma dieta balanceada e rica em potássio, isso ajuda a diminuir o inchaço, além é claro da drenagem linfática e do uso de malhas de compressão.

ALIMENTOS QUE AJUDAM NO PÓS-OPERATÓRIO

Os alimentos cicatrizantes, como leite, iogurte, laranja e abacaxi, são importantes na recuperação após uma cirurgia porque facilitam a formação do tecido que fecha as feridas e ajudam a diminuir a marca da cicatriz.

Alimentos cicatrizantes

Frutas cicatrizantes

 

Para melhorar a cicatrização também é importante manter o corpo bem hidratado porque assim a pele fica mais elástica e a cicatriz fica melhor, uma boa solução podem ser os alimentos ricos em água como laranja, melancia e os caldos.

O período em repouso pode deixar o intestino preguiçoso, por isso é importante consumir alimentos ricos em fibras. Iogurtes, ovos, abacate, cenoura, beterraba, abóbora, cenoura, damasco, manga, espinafre, couve, tomate, uva, goiaba, castanha-do-pará, salmão e atum são outros alimentos benéficos para este período.

Cada alimento possui uma função importante. O iogurte ajuda no equilíbrio da flora intestinal. O ovo fornece proteínas e é de fácil digestão. O abacate acaba com o mau colesterol, regula o intestino, além de ser fonte de vitaminas. O suco de limão, retém a hemoglobina, evitando a anemia.

Confira na tabela exemplos de alimentos que contribuem para uma melhor cicatrização da pele e que devem ser consumidos no pós-operatório:

clique na tabela para ampliar

ALIMENTOS QUE DEVEM SER EVITADOS NO PÓS-OPERATÓRIO

Alguns alimentos ricos em gorduras saturadas ou trans (salgadinhos, batata frita, margarinas, pipoca de micro-ondas, bolos e tortas industrializadas, bolachas recheadas), cafeína, carne vermelha, bebidas alcoólicas e sal em excesso, podem prejudicar a cicatrização porque o açúcar e a gordura dificultam a circulação do sangue, que é essencial para que os nutrientes cheguem à ferida para cicatrizar o tecido lesionado.

Os alimentos fermentativos (feijão, lentilha, grão-de-bico e repolho) também não devem ser consumidos por um período.

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ESTÉTICA – BIOMODULAÇÃO ASSOCIADO À DRENAGEM LINFÁTICA NO PÓS-OPERATÓRIO. (por Patrícia Michelli)

Reparação Tecidual e Biomodulação nos procedimentos Pós Operatórios em Cirurgia Plástica com Laser de Baixa Intensidade (Potência).

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Hoje já é possível oferecer um pós-operatório mais adequado e menos traumático, há vários estudos publicados que comprovam que a fototerapia (Laser) de baixa intensidade ou potência, possui a capacidade de proporcionar uma reparação tecidual muito mais rápida, diminuindo assim o tempo de desconforto de um Pós Operatório no processo cicatricial.

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O laser possui efeitos fotoquímicos, fotofísicos e fotobiológicos, que podem ser divididos de duas formas, sendo em curto prazo onde as respostas teciduais podem ser visualizadas minutos após a aplicação do laser e, à longo prazo, onde os efeitos são observados em um período de horas ou dias após a irradiação.

Entre as vantagens da utilização do laser, destaca-se: 
• Sua alta precisão, podendo ser aplicado em pontos específicos, minimizando o dano tecidual adjacente;
• A ausência de contato permite um procedimento não invasivo, deixando os campos operatórios livres;
• É intrinsecamente estéril, diminuindo a possibilidade de infecção pós-operatória;

O laser terapêutico de baixa intensidade tem sido amplamente utilizado para tratamentos alternativos e não invasivos, promovendo aceleração nos processos de cicatrização, redução da dor, edema (inchaço), reduzindo a inflamação.

A técnica é associada a drenagem linfática, não oferece nenhum risco ao paciente, tornado o procedimento ainda mais eficaz.

Para maior comodidade realizo atendimento domiciliar para pacientes que realizaram cirurgia plástica.

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* A Clínica de Cirurgia Plástica Dr. Thiago Iria agradece a esteticista Patrícia S. Michelli pela sua colaboração, estamos abrindo nossos canais de comunicação para que profissionais de estética de Umuarama e região possam informar e divulgar os benefícios e as novidades dos procedimentos estéticos.

** A Clínica de Cirurgia Plástica Dr. Thiago Iria não tem nenhuma relação comercial com as profissionais apresentadas, convidamos profissionais que nos foram indicadas por pacientes com o intuito de compartilharmos e divulgarmos informações que atendam aos anseios do mesmo.

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SAIBA OS CUIDADOS PARA VOLTAR AOS TREINOS APÓS UMA CIRURGIA PLÁSTICA.

A recuperação após uma cirurgia plástica é sempre devagar e cheia de cuidados. Os pacientes mais ativos sofrem para não forçar a barra quando o assunto é a prática de exercícios e, entre eles estão os corredores. As principais regras são: não desobedeça seu médico e vá com calma.

O tempo para o retorno depende muito do procedimento e dos cuidados no pré e pós operatório que o paciente conseguiu realizar. Nas cirurgias que envolvem mamas, abdome e lipoaspiração, em geral são utilizadas no pós-operatório malhas elásticas para comprimir e sustentar as áreas operadas. Isso é necessário nos 30 a 60 primeiros dias após o procedimento.

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O atleta poderá utilizar esta malha por debaixo da sua roupa habitual de treino, porém haverá aumento de temperatura pela dupla camada de vestes, além disso, alguns movimentos poderão ser prejudicados.

Confira alguns cuidados das principais cirurgias plásticas:

• IMPLANTES DE MAMAS

O implante precisa cicatrizar no local em que foi colocado. Os riscos de um retorno precoce são o hematoma (sangramento), seroma (acúmulo de líquido) e deslocamentos da prótese. Portanto, o ideal é retornar os treinos leves (caminhadas e trote) após cerca de 45 dias, com uso de sutiã cirúrgico que irá oferecer maior segurança à paciente pela diminuição da movimentação das próteses ao se exercitar. Outro artifício utilizado pelas pacientes é utilizar dois tops para dar maior firmeza na região do tronco.

A rotina normal com corridas mais intensas, musculação e grandes alongamentos devem ser feitos somente após o terceiro mês pós-cirurgia. Sabe-se que após 90 dias a cicatrização dos tecidos já aconteceu quase totalmente.

A cirurgia em que os implantes são colocados sob o músculo (peitoral maior) requer uma atenção especial, pois além de ser mais dolorosa, necessita de maior tempo de repouso, pela tendência dos implantes se deslocarem mais facilmente devido à força do músculo. Nestes casos os exercícios leves se iniciam somente após 60 dias. Em geral, o acompanhamento médico é realizado até um ano de pós-operatório e a paciente retorna as atividades normais entre duas a três semanas.

• MAMOPLASTIA REDUTORA

Nesta cirurgia, geralmente as cicatrizes são maiores do que nos implantes de mama (próteses) e necessitam de uma maior dedicação da paciente. Em geral, o retorno à caminhada se dá após um mês e as corridas leves após 45 dias.

• ABDOMINOPLASTIA

Essa cirurgia também envolve cicatrizes extensas e maior dedicação do paciente no pós-operatório. Além disso, geralmente é feita uma sutura (plicatura) na parede abdominal que poderá dificultar o retorno dos movimentos que exigem essa musculatura envolvida. Em linhas gerais retorna-se a caminhada ao redor de um mês, trotes leves 45 dias e treinos normais em dois meses. Os exercícios que envolvem a musculatura abdominal somente após três meses.

• LIPOASPIRAÇÃO

Pode-se realizar lipoaspiração de pequenas áreas como a região do mento até outras maiores englobando todo o abdome, por exemplo. Dependendo da área que foi operada é possível retornar as atividades mais cedo ou não. As incisões para a realização da cirurgia são pequenas (em torno de 0,5 cm), portanto o que irá definir o tempo de retorno para as atividades é a extensão do local lipoaspirado e o nível de dor. Em linhas gerais, lipoaspiração de pequenas áreas o tempo de retorno é de sete a dez dias, enquanto em áreas maiores 14 a 21.

NÃO ARRISQUE – O procedimento cirúrgico acontece em fases: pré-operatório, cirurgia e pós-operatório. Se deixar algum desses passos pode-se ter um resultado prejudicado, além da frustração com os objetivos nas pistas.

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