CRM/PR 31284 · RQE 18667
Esta página é dedicada a apresentar os diferentes resultados dos procedimentos, assim como descrever suas principais complicações, com o objetivo de esclarecer os possíveis desfechos de cada cirurgia.
A Mastopexia, também conhecida como Lifting de Mamas, é uma cirurgia plástica que tem como objetivo elevar e remodelar os seios caídos, corrigindo a flacidez e reposicionando a aréola para restaurar a firmeza e a forma natural das mamas.
Embora seja amplamente realizada com sucesso, como qualquer procedimento cirúrgico, apresenta riscos e possíveis complicações. Conhecer essas intercorrências é fundamental para tomar decisões informadas e garantir uma recuperação tranquila.
Principais Intercorrências:
Infecção: Apesar de rara, pode ocorrer e se manifestar por vermelhidão, dor, inchaço e febre. O tratamento geralmente envolve o uso de antibióticos e cuidados locais.
Hematomas e Seromas: Acúmulo de sangue (hematoma) ou de líquido (seroma) na área operada pode causar inchaço e desconforto. Em alguns casos, pode ser necessária a drenagem.
Problemas de cicatrização: Cicatrizes hipertróficas ou queloides podem se formar, especialmente em pacientes com predisposição genética. A deiscência (abertura) da ferida operatória também é uma possibilidade.
Necrose de Tecidos: A morte de pequenas áreas de tecido, incluindo a aréola, pode ocorrer, especialmente em pacientes fumantes ou com problemas circulatórios.
Alterações na Sensibilidade: Mudanças na sensibilidade das mamas ou mamilos são comuns, podendo ser temporárias ou permanentes.
Assimetria Mamária: Diferenças no tamanho ou forma das mamas podem ocorrer após a cirurgia, podendo requerer ajustes futuros.
Complicações Anestésicas: Reações adversas à anestesia, embora raras, podem incluir náuseas, vômitos ou, em casos mais graves, problemas respiratórios.
Contratura Capsular: Em casos onde a mastopexia é associada à colocação de implantes, pode ocorrer o endurecimento da cápsula ao redor do implante, causando desconforto e alteração estética.
Fatores podem aumentar a probabilidade de complicações:
Tabagismo: Compromete a circulação sanguínea e a cicatrização.
Obesidade: Aumenta o risco de infecção e problemas de cicatrização.
Doenças Crônicas: Condições como diabetes e hipertensão não controladas podem afetar a recuperação.
Idade Avançada: A pele tende a ter menor elasticidade, o que pode influenciar na cicatrização.
A cirurgia de Prótese de Silicone, também chamada de Mamoplastia de Aumento, é um procedimento estético ou reconstrutivo em que se coloca um implante de silicone dentro da mama para aumentar o volume, melhorar o formato ou corrigir assimetrias.
Embora seja amplamente realizada com sucesso, como qualquer procedimento cirúrgico, apresenta riscos e possíveis complicações. Conhecer essas intercorrências é fundamental para tomar decisões informadas e garantir uma recuperação tranquila.
Principais Intercorrências
Contratura Capsular: É uma das complicações mais comuns, caracterizada pelo endurecimento da cápsula de tecido cicatricial que se forma naturalmente ao redor do implante. Isso pode causar desconforto, dor e alterações na aparência da mama.
Ruptura ou Extravasamento do Implante: Embora menos frequente, a ruptura do implante pode ocorrer devido ao desgaste do material ou trauma. A ruptura pode ser intracapsular (o silicone permanece dentro da cápsula) ou extracapsular (o silicone vaza para os tecidos ao redor), podendo causar inflamação ou formação de granulomas.
Infecção Pós-Operatória: Apesar de rara, a infecção pode ocorrer, especialmente nos primeiros dias após a cirurgia. Os sintomas incluem dor intensa, vermelhidão, inchaço e secreção. O tratamento geralmente envolve o uso de antibióticos, e em casos mais graves, pode ser necessária a remoção do implante.
Deslocamento ou Rotação da Prótese (Cambalhota): Ocorre quando a prótese se move de sua posição original ou gira dentro da cápsula, alterando a forma da mama. Isso pode resultar em assimetrias ou deformidades visíveis, necessitando de intervenção cirúrgica para reposicionar ou substituir o implante.
Seroma: Acúmulo de líquido sob a pele após a cirurgia, que pode causar inchaço e desconforto. Em casos de grande volume, pode ser necessário drenar o líquido.
Rippling (Ondulação Visível): Aparecimento de ondulações ou rugas na superfície da pele sobre o implante. Isso é mais comum em pacientes com pouca cobertura de tecido mamário e pode ser minimizado com o uso de próteses mais espessas ou posicionamento adequado.
Alterações na Sensibilidade: Mudanças na sensibilidade dos mamilos ou da pele ao redor da mama são comuns após a cirurgia. Essas alterações podem ser temporárias ou permanentes, dependendo de fatores individuais e da técnica cirúrgica utilizada.
Síndrome ASIA (Autoimmune/Inflammatory Syndrome Induced by Adjuvants): Embora rara, essa condição envolve sintomas autoimunes e inflamatórios que podem ser desencadeados pelo implante de silicone. Os sintomas incluem fadiga, dores articulares, febre e distúrbios neurológicos.
Rejeição do Implante: Embora incomum, o organismo pode reagir ao implante como um corpo estranho, levando a inflamação crônica, dor e até a necessidade de remoção do dispositivo.
Danos ao Tecido Mamário ou Muscular: Durante a cirurgia, pode ocorrer lesão acidental dos tecidos ao redor do local do implante, resultando em hematomas, dor ou necessidade de reparo adicional.
Fatores podem aumentar a probabilidade de complicações:
Tabagismo: Compromete a circulação sanguínea e a cicatrização.
Obesidade: Aumenta o risco de infecção e problemas de cicatrização.
Doenças Crônicas: Condições como diabetes e hipertensão não controladas podem afetar a recuperação.
Idade Avançada: A pele tende a ter menor elasticidade, o que pode influenciar na cicatrização.
A Mamoplastia Redutora é uma cirurgia plástica que tem como objetivo reduzir o tamanho dos seios por meio da remoção de excesso de gordura, tecido glandular e pele, proporcionando mamas mais proporcionais ao corpo e aliviando desconfortos físicos e estéticos.
Embora seja amplamente realizada com sucesso, como qualquer procedimento cirúrgico, apresenta riscos e possíveis complicações. Conhecer essas intercorrências é fundamental para tomar decisões informadas e garantir uma recuperação tranquila.
Principais Intercorrências
Infecção: Apesar de rara, pode ocorrer e se manifestar por vermelhidão, dor, inchaço e febre. O tratamento geralmente envolve o uso de antibióticos e cuidados locais.
Hematomas e Seromas: Acúmulo de sangue (hematoma) ou de líquido (seroma) na área operada pode causar inchaço e desconforto. Em alguns casos, pode ser necessária a drenagem.
Problemas de Cicatrização: Cicatrizes hipertróficas ou queloides podem se formar, especialmente em pacientes com predisposição genética. A deiscência (abertura) da ferida operatória também é uma possibilidade.
Necrose de Tecidos: A morte de pequenas áreas de tecido, incluindo a aréola, pode ocorrer, especialmente em pacientes fumantes ou com problemas circulatórios.
Alterações na Sensibilidade: Mudanças na sensibilidade das mamas ou mamilos são comuns, podendo ser temporárias ou permanentes.
Assimetrias Mamárias: Diferenças no tamanho ou forma das mamas podem ocorrer após a cirurgia, podendo requerer ajustes futuros.
Complicações Anestésicas: Reações adversas à anestesia, embora raras, podem incluir náuseas, vômitos ou, em casos mais graves, problemas respiratórios.
Danos ao Tecido Mamário ou Muscular: Durante a cirurgia, pode ocorrer lesão acidental dos tecidos ao redor da área operada, resultando em hematomas, dor ou necessidade de reparo adicional.
Fatores podem aumentar a probabilidade de complicações:
Tabagismo: Compromete a circulação sanguínea e a cicatrização.
Obesidade: Aumenta o risco de infecção e problemas de cicatrização.
Doenças Crônicas: Condições como diabetes e hipertensão não controladas podem afetar a recuperação.
Idade Avançada: A pele tende a ter menor elasticidade, o que pode influenciar na cicatrização.
A lipoaspiração é um procedimento cirúrgico que remove depósitos de gordura localizada por meio da sucção com cânulas. O objetivo não é emagrecer nem tratar obesidade, mas sim remodelar áreas específicas do corpo, melhorando o contorno corporal e proporcionando uma silhueta mais harmônica.
Embora seja amplamente realizada com sucesso, como qualquer procedimento cirúrgico, apresenta riscos e possíveis complicações. Conhecer essas intercorrências é fundamental para tomar decisões informadas e garantir uma recuperação tranquila.
Principais Intercorrências
Infecção: Embora rara, pode ocorrer e se manifestar por vermelhidão, dor, inchaço e febre. O tratamento geralmente envolve o uso de antibióticos e cuidados locais.
Seromas: Acúmulo de líquido na área operada, causando inchaço e desconforto. Em alguns casos, pode ser necessária drenagem.
Irregularidades na Pele: Podem ocorrer ondulações ou assimetrias, especialmente se a remoção de gordura não for uniforme.
Necrose de Tecidos: A morte de pequenas áreas de tecido pode ocorrer, especialmente em pacientes fumantes ou com problemas circulatórios.
Alterações na Sensibilidade: Mudanças na sensibilidade das áreas tratadas são comuns, podendo ser temporárias ou permanentes.
Complicações Anestésicas: Reações adversas à anestesia, embora raras, podem incluir náuseas, vômitos ou, em casos mais graves, problemas respiratórios.
Embolia Gordurosa: Uma condição rara, mas grave, onde partículas de gordura entram na corrente sanguínea e atingem órgãos vitais.
Lesões de Órgãos Internos: Embora raras, podem ocorrer se a técnica não for bem executada.
Trombose Venosa Profunda: Formação de coágulos sanguíneos nas veias profundas, podendo levar a complicações mais graves.
Perfuração de Órgãos: Em casos extremos, pode ocorrer perfuração de órgãos internos, resultando em complicações sérias.
Fatores podem aumentar a probabilidade de complicações:
Tabagismo: Compromete a circulação sanguínea e a cicatrização.
Obesidade: Aumenta o risco de infecção e problemas de cicatrização.
Doenças Crônicas: Condições como diabetes e hipertensão não controladas podem afetar a recuperação.
Idade Avançada: A pele tende a ter menor elasticidade, o que pode influenciar na cicatrização.
A Lipoabdominoplastia é um procedimento integrado que combina lipoaspiração com abdominoplastia, permitindo remover gordura localizada enquanto corrige flacidez, pele excedente e diástase (separação dos músculos abdominais). Ela visa melhorar o contorno corporal, especialmente após grande perda de peso ou gravidez, podendo também reduzir estrias e cicatrizes na região tratada. Esse procedimento não é para emagrecimento, mas para remodelagem e firmeza do abdômen.
Embora seja amplamente realizada com sucesso, como qualquer procedimento cirúrgico, pode apresentar riscos e complicações. Conhecer essas possíveis intercorrências é fundamental para tomar decisões informadas e garantir uma recuperação tranquila.
Principais Intercorrências
Seroma: Acúmulo de líquido entre a pele e o músculo, que pode causar inchaço e desconforto. Em alguns casos, pode ser necessária drenagem.
Infecção: Embora rara, pode ocorrer e se manifestar por vermelhidão, dor, inchaço e febre. O tratamento geralmente envolve o uso de antibióticos e cuidados locais.
Hematoma: Acúmulo de sangue nos tecidos, que pode necessitar intervenção adicional.
Irregularidades de Contorno: Podem ocorrer devido à remoção inadequada de gordura ou cicatrização irregular, resultando em assimetrias ou ondulações na pele.
Necrose Cutânea: Morte de áreas da pele devido à falta de suprimento sanguíneo adequado, especialmente em pacientes fumantes ou com problemas circulatórios.
Deiscência de Cicatriz Umbilical: Abertura da ferida na região do umbigo, que pode exigir cuidados adicionais e, em alguns casos, intervenção cirúrgica.
Trombose Venosa Profunda (TVP): Formação de coágulos sanguíneos nas veias profundas, podendo levar a complicações mais graves, como embolia pulmonar.
Embolia Gordurosa: Uma condição rara, mas grave, onde partículas de gordura entram na corrente sanguínea e atingem órgãos vitais.
Perfuração de Órgãos Internos: Embora rara, pode ocorrer lesão acidental dos órgãos abdominais durante a cirurgia, resultando em complicações sérias.
Reações Anestésicas: Reações adversas à anestesia, embora raras, podem incluir náuseas, vômitos ou, em casos mais graves, problemas respiratórios.
Fatores podem aumentar a probabilidade de complicações:
Tabagismo: Compromete a circulação sanguínea e a cicatrização.
Obesidade: Aumenta o risco de infecção e problemas de cicatrização.
Doenças Crônicas: Condições como diabetes e hipertensão não controladas podem afetar a recuperação.
Idade Avançada: A pele tende a ter menor elasticidade, o que pode influenciar na cicatrização.
As Cirurgias Plásticas combinadas, frequentemente chamadas de “Mommy Makeover”, são um conjunto personalizado de procedimentos cirúrgicos estéticos realizados no mesmo ato, que visam restaurar o corpo da mulher após as mudanças da gravidez, parto e amamentação. Costuma incluir principalmente abdominoplastia, lipoaspiração e cirurgias nas mamas como mastopexia ou prótese de silicone, para corrigir flacidez, excesso de pele e gordura localizada.
Embora seja amplamente realizada com sucesso, como qualquer procedimento cirúrgico, pode apresentar riscos e complicações. Conhecer essas possíveis intercorrências é fundamental para tomar decisões informadas e garantir uma recuperação tranquila.
Principais Intercorrências:
Aumento do Tempo Cirúrgico e Anestesia Prolongada: A combinação de procedimentos pode prolongar significativamente o tempo de cirurgia, aumentando o risco de complicações associadas à anestesia, como reações adversas e instabilidade hemodinâmica.
Infecção: Procedimentos extensos podem aumentar a área suscetível a infecções. Sinais incluem vermelhidão, calor, dor e secreção na ferida operatória. O tratamento geralmente envolve antibióticos e, em casos graves, pode ser necessária a remoção temporária dos implantes.
Hematomas e Seromas: Acúmulo de sangue (hematoma) ou líquido (seroma) pode ocorrer, causando inchaço e desconforto. Em casos de grande volume, pode ser necessária drenagem.
Necrose de Tecidos: A morte de áreas da pele ou da aréola pode ocorrer devido à falta de suprimento sanguíneo adequado, especialmente em pacientes fumantes ou com problemas circulatórios.
Deiscência de Cicatriz: Abertura da ferida cirúrgica, especialmente na região do umbigo ou ao redor da aréola, pode ocorrer, necessitando de cuidados adicionais e, em alguns casos, intervenção cirúrgica.
Assimetrias Mamárias: Diferenças no tamanho ou forma das mamas podem ocorrer após a cirurgia, podendo requerer ajustes futuros.
Alterações na Sensibilidade: Mudanças na sensibilidade das mamas ou da pele ao redor da área operada são comuns, podendo ser temporárias ou permanentes.
Complicações Sistêmicas: Riscos como trombose venosa profunda, embolia pulmonar e insuficiência respiratória podem ocorrer, especialmente em procedimentos de longa duração.
Cicatrizes Alargadas ou Hipertróficas: Cicatrizes podem se alargar ou tornar-se elevadas e vermelhas, especialmente em pacientes com predisposição genética.
Rejeição do Implante: Embora raro, o organismo pode reagir ao implante como um corpo estranho, levando a inflamação crônica, dor e até a necessidade de remoção do dispositivo.
Fatores podem aumentar a probabilidade de complicações:
Tempo Prolongado de Cirurgia
Tabagismo
IMC Elevado (Sobrepeso e Obesidade)
Doenças Crônicas Não Controladas
Idade Avançada
Histórico de Cirurgias Prévias
Anemia ou Deficiências Nutricionais
Sedentarismo
Desrespeito às Orientações Médicas
A Braquioplastia, também conhecida como Lifting de Braços, é uma cirurgia plástica que remove o excesso de pele e gordura da face interna dos braços, devolvendo contorno e firmeza à região. É frequentemente indicada após grande perda de peso ou pela flacidez natural dos tecidos.
Embora seja amplamente realizada com sucesso, como qualquer procedimento cirúrgico, apresenta riscos e possíveis complicações. Conhecer essas intercorrências é fundamental para tomar decisões informadas e garantir uma recuperação tranquila.
Principais Intercorrências
Cicatrizes: A braquioplastia deixa cicatriz na face interna do braço, que pode se alargar ou tornar-se hipertrófica ou queloide, especialmente em pacientes com predisposição genética. É o ponto de maior atenção do procedimento.
Hematomas e Seromas: Acúmulo de sangue ou de líquido na área operada, podendo causar inchaço e desconforto e, em alguns casos, exigir drenagem.
Infecção: Apesar de rara, pode se manifestar por vermelhidão, dor, inchaço e febre, sendo tratada com antibióticos e cuidados locais.
Deiscência: Abertura da ferida operatória, mais comum em áreas de maior tensão.
Alterações na Sensibilidade: Mudanças na sensibilidade da face interna do braço, geralmente temporárias, podendo ser permanentes.
Alterações da Drenagem Linfática: Inchaço do braço por comprometimento linfático, mais raro.
Complicações Anestésicas: Reações adversas à anestesia, embora raras, podem incluir náuseas, vômitos ou, em casos mais graves, problemas respiratórios.
Fatores podem aumentar a probabilidade de complicações:
Tabagismo: Compromete a circulação sanguínea e a cicatrização.
Obesidade: Aumenta o risco de infecção e problemas de cicatrização.
Doenças Crônicas: Condições como diabetes e hipertensão não controladas podem afetar a recuperação.
Idade Avançada: A pele tende a ter menor elasticidade, o que pode influenciar na cicatrização.
A Blefaroplastia é uma cirurgia plástica que corrige a flacidez das pálpebras e remove ou reposiciona as bolsas de gordura ao redor dos olhos, suavizando o aspecto de cansaço e devolvendo um olhar mais descansado e natural. Pode ser realizada nas pálpebras superiores, inferiores ou em ambas.
Embora seja amplamente realizada com sucesso, como qualquer procedimento cirúrgico, apresenta riscos e possíveis complicações. Conhecer essas intercorrências é fundamental para tomar decisões informadas e garantir uma recuperação tranquila.
Principais Intercorrências
Inchaço e Hematomas: Comuns ao redor dos olhos nos primeiros dias, regredindo progressivamente nas semanas seguintes.
Olho Seco e Irritação: Ardência, lacrimejamento ou sensação de olho seco, geralmente temporários.
Dificuldade para Fechar os Olhos (Lagoftalmo): Em geral transitória, exigindo lubrificação ocular até a recuperação.
Ectrópio: Eversão (queda) da pálpebra inferior, complicação rara que pode necessitar de correção.
Assimetria: Pequenas diferenças entre os lados, que podem requerer ajustes.
Problemas de Cicatrização: Cicatrizes geralmente discretas, mas que podem alargar ou alterar a coloração em pacientes predispostos.
Infecção: Apesar de rara, pode ocorrer e exigir antibióticos e cuidados locais.
Alterações Visuais: Visão borrada temporária; alterações visuais graves são extremamente raras, mas constam do consentimento informado.
Fatores podem aumentar a probabilidade de complicações:
Tabagismo: Compromete a circulação sanguínea e a cicatrização.
Doenças Oculares Prévias: Olho seco e outras condições podem se acentuar e devem ser avaliadas antes.
Doenças Crônicas: Condições como diabetes e hipertensão não controladas podem afetar a recuperação.
Idade Avançada: A pele tende a ter menor elasticidade, o que pode influenciar na cicatrização.
O Lipedema é uma condição crônica caracterizada pelo acúmulo desproporcional de gordura, geralmente nas pernas e nos braços, acompanhado de dor à palpação, sensação de peso e facilidade para hematomas. O tratamento cirúrgico, por meio de lipoaspiração específica, tem caráter médico e funcional, e não apenas estético, sempre associado a acompanhamento clínico e terapia compressiva.
Embora realizado com sucesso, como qualquer procedimento cirúrgico, apresenta riscos e possíveis complicações. Conhecer essas intercorrências é fundamental para tomar decisões informadas e garantir uma recuperação tranquila.
Principais Intercorrências
Edema Prolongado e Hematomas: Inchaço e manchas que podem durar mais que em uma lipoaspiração comum, pela natureza da condição.
Seromas: Acúmulo de líquido na área tratada, podendo exigir drenagem.
Alterações da Drenagem Linfática: Comprometimento linfático com inchaço, exigindo drenagem e compressão.
Irregularidades de Contorno: Ondulações ou assimetrias, especialmente em tratamentos de maior volume.
Alterações na Sensibilidade: Mudanças na sensibilidade das áreas tratadas, geralmente temporárias.
Infecção: Embora rara, pode ocorrer e exigir antibióticos e cuidados locais.
Riscos da Lipoaspiração de Grande Volume: Por envolver, muitas vezes, volumes maiores ou mais de uma etapa, valem os mesmos cuidados de segurança da lipoaspiração extensa (incluindo trombose e embolia gordurosa, raras, porém graves).
Fatores podem aumentar a probabilidade de complicações:
Tabagismo: Compromete a circulação sanguínea e a cicatrização.
Obesidade: Aumenta o risco de infecção e problemas de cicatrização.
Doenças Crônicas: Condições como diabetes e hipertensão não controladas podem afetar a recuperação.
Doenças Linfáticas ou Venosas Prévias: Podem se acentuar e devem ser avaliadas antes.
Conteúdo de caráter informativo e educativo, em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023, art. 14, inciso II.
Não substitui consulta médica presencial.
Cada caso é único e os resultados e riscos variam conforme características individuais.
Todo procedimento cirúrgico envolve riscos, que serão detalhados e discutidos na avaliação.
Dr. Thiago Iria · Cirurgião Plástico · CRM/PR 31284 · RQE 18667 · Membro Titular SBCP · Atendimento online e presencial em Umuarama/PR.